Ifood leva multa de 2,5 milhões por fraudes em maquininhas

A empresa levou essa multa pelo Procon no valor 2,5 milhões de reais pela cobrança de taxas que são consideradas excessivas para o consumidor e por golpes nas taxas de cobranças , que foram colocadas para os entregadores, em São Paulo – entre várias outras práticas que não está de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.

O IFood tem direito à defesa e comunicou, através de nota, que as práticas atigem de maneira negativa tanto os usuários quanto a própria empresa.

Segundo o órgão, clientes registraram várias de denúncias falando que foram vítimas de fraudes, nos quais acabaram pagando valores acima do normal.

Ademais, a empresa teria concebido a vários parceiros que colocasse o valor mínimo para execução final de pedido sem notificar a montante de alimentos ofertados e entregues.

Responsabilidade

Mesmo tendo o intuito de apoiar os usuários de várias formas, o secretário de defesa do consumidor do Estado de São Paulo, assegura que “a organização responde por atos de suas consequências, não importa que os entregadores não sejam seus colaboradores; ela deve ser responsável pelos seus representantes.”Segundo o Procon, cláusulas excessivas para o consumidor e ilegais constam nos contratos da empresa, a exemplo da parte em que afirma que “não é responsável pela prestação do serviço contratado pelo consumidor”, assim, colocando alteraração nos termos de maneira unilateral

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